Escrito por Patrícia And. às 12h28
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EGOTRIP
Hoje saí do meu pequeno mundo e entrei num mundo maior. Muito maior. O novo mundo. O mundo onde eu estava escondida há 13 anos. Resolvi sair do casulo e redescobrir a vida. Fui a lugares que deixei pra trás. Atravessei a barreira do medo e passei onde vivi momentos felizes. Quase chorei. Mas o que pensaria a mulher que assistia TV na sala onde um dia foi minha.
Quantas vezes fechei aquela porta e deixei pra trás um amigo triste que corria a casa toda quando eu voltava. A vizinha pequena que cresceu. A rua agora asfaltada.
Foi duro. Está sendo duro agora escrever aqui e relembrar tudo. Mas, precisava desabafar. Colocar pra fora. De tudo, o que me dói mais é a certeza de que eu errei. E que não posso reparar o meu erro. De que fiz o que fizeram comigo. E isso me machuca muito. Tenho uma dívida com ele. Um abandono.
Como eu queria ter parado ali naquele momento e voltado a fita da minha vida. Entrar naquela casa e reviver ou apagar os erros. Refazer o meu caminho. Não deixar levar. Não me iludir com palavras bonitas. Fui muito feliz ali. Até que um dia acabou. Mudei. Fui para outro bairro. Outra rua. Outros vizinhos. Outra padaria. Outra locadora. Outro ponto de ônibus. A vida tornando outra forma. Mas ele ali comigo.
Errei de novo. Mudei. Porém a mudança foi mais brusca. Mudei de bairro, de cidade, de Estado. De país. Fui para um lugar desconhecido. Outra cidade. Outra província. Outra língua. Outra gente. E ele não estava ali comigo. Embora o coração apertado de saudade me dava a esperança de iríamos nos reencontrar.
Nos reencontramos. Não na minha volta. Mas quase um ano depois. Ele não me reconhecia mais. Eu não era a Patricia. Eu era a pessoa responsável pelo seu abandono. Pela sua troca de casa, de cidade, de família. Não gostou de ter me visto. Me queria longe dele. Eu parti. Foi o pior domingo de minha vida.
E, hoje, em busca de uma nova vida. De uma mudança de hábito, eu revivi isso. O médico estava atrasado. E, resolvi dar uma volta pelo quarteirão. De encontro aos meus fantasmas. Uma volta de um encontro com a minha maior dívida. O abandono.
Escrito por Patrícia And. às 00h34
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O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM
Bom, o papo tá bom, mas o trabalho me chama. Decupagem, levantamento e orçamento. Tá bom né ? Dá pra se divertir... Fui....
Escrito por Patrícia And. às 09h53
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Você já telefonou para alguém e a pessoa do outro lado disfarça e finge que está falando com outro ? Pois é .. Ontem eu passei por esta situação. Detestei. Aliás, considero isso uma puta falta de respeito !! Por esta razão, acabei de comprar um freezer de última geração. Nele ficarão guardadas pessoas como esta !!
Uma dica: depois neguinho quer ganhar eleição .....
Escrito por Patrícia And. às 09h41
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MAIS REDES
Orkut, Multiply, Beltrano. Agora recebi mais um convite. Veio da Naylla. Venha conhecer o Gazzag. Deixo isso para o final de semana. Estou com uns serviços atrasados. Pra variar. Além disso, estou correndo atrás de uma matéria para o site.
Escrito por Patrícia And. às 09h39
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Fiz umas alterações aqui no template e instalei o ticker da Folha. Idéia copiada da querida Rosana. Detalhe: com autorização, tá meu bem !! Bom dia !!!
Escrito por Patrícia And. às 09h38
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UÉ !!!
Há tempos uma dúvida vem povoando os meus pensamentos. Uma só não. Duas ou três. As pessoas que fazem aquela operação de estômago operam o cérebro também ?
Agora explico o por quê da questão. Já encontrei 03 pessoas que fizeram esta gastroplastia e simplesmente elas mudaram completamente. Viraram outra pessoa. Por fora e, principalmente por dentro. Ficam se achando a última bolacha do pacote. Ou o restinho da coca-cola. Parecem crianças que descobriram o pé. Só falam naquilo.
Que chatice !!!
Escrito por Patrícia And. às 07h50
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A L E G R E
Tirando a dor no pé e na gengiva, o domingão começou bem. O sapo voltou a ser príncipe e eu diminui o ritmo do trabalho. Mesmo assim, estou empenhada na decupagem das fitas. O tratamento médico está avançando e amanhã mais uma etapa: a volta do condicionamento fisico.
Escrito por Patrícia And. às 18h06
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